24 outubro 2009
20 outubro 2009
10 outubro 2009
03 outubro 2009
Câmara de Sever do Vouga demora 173 dias a pagar
Oito das 19 câmaras municipais do distrito de Aveiro figuram na lista dos municípios com um prazo médio de pagamento a fornecedores superior a 90 dias, de acordo com um relatório da Direcção Geral das Autarquias Locais referente ao final do segundo trimestre de 2009.
À luz da legislação europeia, 90 dias foi o prazo definido pelo Governo como aceitável para que as entidades públicas liquidem as suas dívidas às empresas prestadoras de serviços.
Segundo o documento publicado esta semana, Castelo de Paiva é o segundo município nacional com um prazo de pagamento mais dilatado - 586 dias, mais 224 do que no mesmo período do ano anterior. Pior só Alfândega da Fé (696 dias). A média nacional é de 81 dias.
Da lista de câmaras que pagam a mais de 90 dias constam 115 dos 308 municípios portugueses. Deste rol fazem parte, além de Castelo de Paiva, os municípios de Ílhavo (216 dias), Vale de Cambra (187), Sever do Vouga (173), Espinho (171), Oliveira de Azeméis (133), Estarreja (130) e Vagos (117).
(Ler artigo completo na edição em papel)
Rui Cunha
Com a devida vénia do Diário de Aveiro de 03/10/2009
http://www.diarioaveiro.pt/
30 setembro 2009
23 setembro 2009
Praias do distrito de Aveiro a desaparecer
Praias do distrito de Aveiro a desaparecer
Uma comitiva do PND (NOVA DEMOCRACIA) na qual se incluíam o cabeça-de-lista às Legislativas por Aveiro, Edgar Jorge, o investigador científico João Bessa (Ovar), a advogada Águeda Faustino (Espinho) e o enfermeiro Francisco Santiago (Albergaria-a-Velha), todos candidatos, dedicaram esta terça-feira, dia 22 de Setembro, à zona costeira de Ovar.
A erosão da costa portuguesa é mais acentuada entre Espinho e a Torreira (Murtosa), onde o mar chega a conquistar 5 metros anuais, explicou João Bessa, doutorado em Geografia e membro da lista do PND por Aveiro durante a visita às praias de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro.
Os candidatos da NOVA DEMOCRACIA ouviram a população queixar-se das praias estarem a desaparecer. A explicação parece estar nas barragens (diminuição da quantidade de sedimentos fornecidos ao litoral) e molhes do Douro e o problema só poderá ser resolvido com a construção de paredões que minimizem o impacto das correntes marítimas.
Alguns projectos turísticos têm sido chumbados pelo Ministério do Ambiente, entre os quais um complexo em Carregosa, junto à praia do Furadouro (Ovar), com o argumento que a zona será afectada pela erosão costeira “num prazo de 137 anos!”.
O Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional pretende a “reabilitação dos esporões e das defesas aderentes de Esmoriz, Cortegaça e Furadouro” entre 2007 e 2013. A obra ficará em cerca de 6,2 milhões de euros. “No nosso entender está a perder-se demasiado tempo numa obra que até é comparticipada em 70% por fundos comunitários”, refere Edgar Jorge lamentando os atrasos que afastam as pessoas desta região e levam-nas a procurar outras praias.
Ovar promove vida saudável
A Comitiva do PND ficou agradavelmente surpreendida pela grande quantidade de pessoas que praticam caminhadas e passeios de bicicleta à noite, entre Ovar e o Furadouro, numa distância de cerca de 5 quilómetros. “A pista ciclável e para caminhadas executada pela autarquia vareira ao longo de uma avenida plana mostrou-se um bom investimento”, refere Edgar Jorge, “já que são centenas de pessoas, para não dizer milhares, que diariamente apostam num modo de vida saudável utilizando aquela infra-estrutura que nem deverá ter custado muito aos cofres da autarquia e isto deverá servir de exemplo para mais autarquias”.
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